A inquietação corporal de Jorge Garcia surgiu muito antes da dança. O futebol de várzea dos cantos de Pernambuco e o surfe, combinados com seus estudos em danças populares brasileiras, dança contemporânea e balé clássico, se misturaram em seu inconsciente corporal levando-o a buscar um estilo único ainda como bailarino de grandes companhias, como Cisne Negro Cia de Dança e depois como coreógrafo no Balé da Cidade de São Paulo e de outras companhias.
Como forma da sua constante busca pelo novo, de continuar experimentando-se, realizou paralelamente diversos trabalhos independentes. Fundou o P.U.L.T.S., Teatro Coreográfico e o GRUA, grupo de improviso, vídeo e performance. Coreografou para grupos internacionais além de trabalhar e vivenciar óperas, teatro, circo e cinema.
O momento de criar sua própria Cia chegou em 2005. Como resultado de seu grande trabalho até então e como maneira de aprofundar sua pesquisa de linguagens e dança, fundou a J.Gar.Cia de Dança Contemporânea.
